Primeiro-ministro Britânico, Sir Kier Starmer leva 60 líderes empresariais a China
- LaVoga
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Por: Juliana Steuernagel/ Reino Unido.
Momento crucial de crescimento para o Reino Unido.
O primeiro-ministro Sir Keir Starmer está atualmente em uma visita de três dias à China (27 a 31 de janeiro de 2026), sendo o primeiro líder britânico a visitar o país desde 2018.
A comitiva de segurança máxima ao premier conta com estratégias de segurança anti-espionagem.
Todos os britânicos envolvidos na comitiva de visita estão usando "burner phones" que são telefones celulares descartáveis.
A viagem é parte central da estratégia de seu governo para "reiniciar" e "estabilizar" as relações entre o Reino Unido e a China após anos de tensão diplomática.
Principais Objetivos e Agenda :
Starmer descreveu sua abordagem como uma mudança do ciclo de "era de ouro para era glacial" dos governos anteriores para uma parceria "consistente e pragmática" que tem por objetivo o crescimento econômico.
Acompanhado por uma delegação de aproximadamente 60 líderes empresariais e culturais, Starmer está focado em garantir investimentos e melhorar os laços comerciais entre os dois paises.
Empresas de destaque na delegação incluem HSBC, Barclays, AstraZeneca, Jaguar Land Rover e GlaxoSmithKline (GSK).
Starmer, tem encontros agendados com o presidente Xi Jinping e o primeiro-ministro Li Qiang em Pequim, antes de viajar para Xangai para se reunir com executivos de empresas locais. Embora priorize o comércio, ele afirmou que abordará "questões desafiadoras", incluindo o tratamento da população Uyghur em Xinjiang que representa 12 milhões de pessoas e a detenção contínua do cidadão britânico Jimmy Lai em Hong Kong.
A visita ocorre pouco depois do governo do Reino Unido ter aprovado uma nova e controversa "megaembaixada" chinesa em Londres, que muitos consideraram um pré-requisito para a reaproximação.
O primeiro-ministro britânico acredita que a aproximação entre Reino Unido e China pode tornar o país mais " rico e seguro".
A viagem acontece justamente dias depois das reuniões em Davos, na Suíça, quando o Reino Unido mostrou firme apoio aos países Europeus em defesa a não ocupação da Groenlândia pelos Estados Unidos.
